Estava me decidindo se escrevia sobre o Metallica ou o Megadeth. Bom... Megadeth é minha banda favorita, mas vou seguir a ordem do DVD do show pra ser melhor.
Dando uma olhada nas comunidades do orkut e tudo mais, acabei esbarrando com a capa do vindouro DVD do show dos Big Four (o link está lá embaixo). Minha opinião? uma sacanagem das grandes. Supostamente estes shows deveriam ser uma parceria das bandas, sendo elas as que marcaram juntamente a cena de thrash norte-americana e também mundial. Por que diabos então o nome Metallica está maior que as outras? puta desrespeito com as outras bandas, que merecem tanto crédito histórico quanto a banda de James Hetfield. Ficou simplesmente parecendo um DVD "Metallica and Friends". Decepcionante.
Mas voltarei a falar da minha banda favorita, a injustiçada banda de Dave Mustaine e cia. que é odiada por 11 de cada 10 fãs de Metallica. Mas não estou aqui pra falar de rivalidades, mas da música em si.
O Megadeth pode ser dividido em 4 fases. A primeira fase era movida pela raiva de Mustaine, que gerou álbuns fodas (Killing is My Business... And Business is Good (1983)) e também históricos (Peace Sells... But Who´s Buying (1986)). A fase seguinte foi o começo do flerte entre thrash e heavy mais diretamente, começando com Rust in Peace (1990) e aperfeiçoado a partir de Countdown to Extinction (1992). A terceira fase era a turbulenta. Apesar de ter lançado Youthanasia (1994), um álbum incrível e poderoso, a banda começou a se perder no final dos anos 90, com álbuns que tinham o objetivo maior de vender que qualquer coisa. E a fase presente que foi a recuperação, a partir do álbum de 2001 The World Needs a Hero até o último petardo desgraçadamente eficiente EndGame (2009).
Apesar de eu ser um fã doido pela banda, nunca consegui gostar de dois álbuns da banda: Cryptic Writings (1997) e The World Needs a Hero. O primeiro álbum citado no parágrafo é irregular demais. Claro, há faixas interessantes (Trust, The Disintegrators), mas há faixas muito, mas muito ruins (Have Cool Will Travel, Sin). Muita "popice" pro meu gosto. Já o TWNaH foi o embrião da "volta as raízes" do Megadeth, então dou um leve desconto. Apesar disso, não deixa de ser ruim, com uma performance vocal chata de Mustaine, riffs e solos sem inspiração e mixagem estranha.
O resto dos álbuns da banda, na minha opinião, não são ruins (bom, talvez Risk seja, mas eu acho um bom álbum pop.....) e geralmente tem mais momentos bons que ruins. As letras de Mustaine sempre foram fodas e inteligentes, a voz dele apesar de espantar várias pessoas já é uma assinatura da banda. Mas o que importa mesmo nisso tudo são os riffs e solos. Que conhecedor da banda se alucinou com os solos de músicas como Tornado of Souls, Wake Up Dead, Rattlehead ou High Speed Dirt? e quem nunca admirou riffs cortantes como os de Holy Wars, Black Friday, Take no Prisoners ou Mechanix?. Logicamente a fase Mustaine/Friedman foi a histórica da banda, mas eu não descarto a era Mustaine/Poland, que rendeu riffs épicos e solos cheios de técnica e feeling. E isso me leva à minha recomendação.
Peace Sells... But Who´s Buying? (1986) é segundo álbum do Megadeth. Foi o aperfeiçoamento supremo da raiva expressa pelo primeiro álbum. Com letras que falam da sociedade (Peace Sells) ao ocultismo (Bad Omen), a psique problemática de Mustaine é mostrada em cada letra, e consequentemente nos riffs, incrivelmente técnicos, rápidos e de certa forma sinistros (escute Bad Omen pra ver o que é sinistro). Os solos são de Chris Poland, um dos guitarristas mais subestimados da banda. Nunca ouvi um guitarrista com um timbre tão bonito, e solos que misturam técnica com beleza sem igual. Mustaine também não fica atrás com os solos dele, apesar de serem menos criativos. Destaque para os solos de Wake Up Dead, Black Friday e Devils Island.
Foi difícil escolher meu álbum favorito, principalmente porque ao lado de Peace Sells, álbuns como Rust in Peace e Youthanasia são marcantes demais. Mas enfim, o que me resta fazer é torcer para a trupe do Mustaine. Que um álbum novo chegue logo, que o Rust in Peace... Live seja bem recebido, e que a voz do pato melhore ao vivo hehehe
Peace Sells... But Who´s Buying? (1986)
LINKZITO: http://www.4shared.com/file/5d2SoRHY/1986_Megadeth_-_Peace_Sells_Bu.htm
Tracklist
1- Wake Up Dead
2- The Conjuring
3- Peace Sells
4- Devils Island
5- Good Morning/ Black Friday
6- Bad Omen
7- I Ain´t Superstitious
8- My Last Words
LINK DA CAPA DO DVD "BIG FOUR LIVE IN SOFIA": http://whiplash.net/materias/news_860/113853-metallica.html
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
BIG FOUR capítulo II: Slayer
Devido a uma onda de raiva, tristeza e uma infinidade de outros sentimentos negativos correndo atrás de mim, fiquei sem postar esses dias que passaram (como se alguém se importasse, mas tudo bem).
Estava eu, uns minutos atrás, muito puto e com vontade de ouvir algo que... me lembrasse a palavra puto. Nada melhor que ouvir um Slayer, que possui um som caractéristico próprio e é provavelmente a banda mais violenta dos Big Four.
Apesar de terem lançado o World Painted Blood (2010), que é fraco e sem muita inspiração, o Slayer sempre foi a banda dos riffs. Kerry King e Jeff Hanemann realmente sabem como criar peças de música marcantes. Esses riffs se destacam até mesmo mais que a técnica e rapidez fluída do baterista Dave Lombardo (e até uma certa época Paul Bostaph) e os vocais desesperados e potentes (até certo ponto) de Tom Araya. Quem não lembra os riffs de clássicos como War Ensemble, Angel of Death, Dead Skin Mask ou o mais reverenciado de todos, Raining Blood?
Eu simpatizo bastante com muitos trabalhos da vasta discografia da banda, até mesmo aqueles álbuns do começo dos anos 90 que apresentaram mudanças no som da banda, com andamentos mais lentos e até de certa forma progressivos. Mas o que eu nunca gostei no Slayer (e já tentei milhares de vezes), são os álbuns do final dos anos 90 e começo dos 2000. Quais esses? fácil. Diabolus in Musica (1998) e God Hates Us All (2000). Apesar da banda já ter deixado seu som mais lento alguns álbuns atrás, estes aqui são chatos. É o Slayer querendo ser moderninho, implementando elementos de New Metal e Industrial no som..... horrível, sem mais nem menos.
Mas não vou falar demais disso, pois prefiro falar das coisas fodas que a banda já lançou. Todo mundo chupas os bagos da Reign in Blood (1986), que sem dúvidas é um álbum desgraçado de thrash metal e como ele deveria ser executado. Mas eu fico mesmo é com o primeiro da banda, Show no Mercy (1983). Esse álbum mostra o Slayer com as influências que todas as bandas de thrash no começo tinham... um som mais "Iron Maidenzado" ou "Diamond Headzado" e é isso que faz o álbum tão bom pra mim. Riffs inspirados pra caramba (ouça The Antichrist), bateria soberba, solos que combinam com a proposta (não são bons, mas se adequam a atmosfera) e letras engraçadas. E o melhor de tudo é que as músicas são fáceis de diferenciar uma das outras hehehhe
Apesar de serem considerados o "AC/DC do thrash" devido à repetição da essência dos álbuns lançados ultimamente, Slayer é uma banda foda demais. Ouça Christ Illusion (2007) e veja que eles sabem muito bem ser variados sem perder a agressividade e sem se venderem. O que desejo a eles é força pra continuar agressivos do jeito que eles são, e que o Tom Araya não caia em pedaços.....
Mas vamos à minha indicação:
Show no Mercy (1983)
Link: http://www.4shared.com/file/1bw2t4hd/Slayer_-_1983_-_Show_No_Mercy_.htm (320 kbps)
Estava eu, uns minutos atrás, muito puto e com vontade de ouvir algo que... me lembrasse a palavra puto. Nada melhor que ouvir um Slayer, que possui um som caractéristico próprio e é provavelmente a banda mais violenta dos Big Four.
Apesar de terem lançado o World Painted Blood (2010), que é fraco e sem muita inspiração, o Slayer sempre foi a banda dos riffs. Kerry King e Jeff Hanemann realmente sabem como criar peças de música marcantes. Esses riffs se destacam até mesmo mais que a técnica e rapidez fluída do baterista Dave Lombardo (e até uma certa época Paul Bostaph) e os vocais desesperados e potentes (até certo ponto) de Tom Araya. Quem não lembra os riffs de clássicos como War Ensemble, Angel of Death, Dead Skin Mask ou o mais reverenciado de todos, Raining Blood?
Eu simpatizo bastante com muitos trabalhos da vasta discografia da banda, até mesmo aqueles álbuns do começo dos anos 90 que apresentaram mudanças no som da banda, com andamentos mais lentos e até de certa forma progressivos. Mas o que eu nunca gostei no Slayer (e já tentei milhares de vezes), são os álbuns do final dos anos 90 e começo dos 2000. Quais esses? fácil. Diabolus in Musica (1998) e God Hates Us All (2000). Apesar da banda já ter deixado seu som mais lento alguns álbuns atrás, estes aqui são chatos. É o Slayer querendo ser moderninho, implementando elementos de New Metal e Industrial no som..... horrível, sem mais nem menos.
Mas não vou falar demais disso, pois prefiro falar das coisas fodas que a banda já lançou. Todo mundo chupas os bagos da Reign in Blood (1986), que sem dúvidas é um álbum desgraçado de thrash metal e como ele deveria ser executado. Mas eu fico mesmo é com o primeiro da banda, Show no Mercy (1983). Esse álbum mostra o Slayer com as influências que todas as bandas de thrash no começo tinham... um som mais "Iron Maidenzado" ou "Diamond Headzado" e é isso que faz o álbum tão bom pra mim. Riffs inspirados pra caramba (ouça The Antichrist), bateria soberba, solos que combinam com a proposta (não são bons, mas se adequam a atmosfera) e letras engraçadas. E o melhor de tudo é que as músicas são fáceis de diferenciar uma das outras hehehhe
Apesar de serem considerados o "AC/DC do thrash" devido à repetição da essência dos álbuns lançados ultimamente, Slayer é uma banda foda demais. Ouça Christ Illusion (2007) e veja que eles sabem muito bem ser variados sem perder a agressividade e sem se venderem. O que desejo a eles é força pra continuar agressivos do jeito que eles são, e que o Tom Araya não caia em pedaços.....
Mas vamos à minha indicação:
Show no Mercy (1983)
Link: http://www.4shared.com/file/1bw2t4hd/Slayer_-_1983_-_Show_No_Mercy_.htm (320 kbps)
Tracklist
1- Evil Has No Boundaries
2- The Antichrist
3- Die By the Sword
4- Fight Till Death
5- Metal Storm/ Face the Slayer
6- Black Magic
7- Tormentor
8- The Final Command
9- Crionics
10- Show no Mercy
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
BIG FOUR capítulo I: Anthrax
Estava sem nada pra fazer hoje.... quando lembrei que tinha o DVDrip do show dos Big Four (Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax) na Europa aqui no meu PC. Primeiro show: Anthrax. Ao ver aquele show incrível de uns míseros minutos, viajei no tempo, exatamente na época em que ouvia Anthrax pra caramba..... então voltei a ouvir os riffs fodões do Scott Ian, as linhas de baixo doidas de Frank Bello e os vocais eficientes de John Bush e Joey Belladonna.
Várias pessoas não concordaram com a presença do Anthrax nos show dos Big Four, usando justificativas como "a banda não tem nem vocalista direito", "não lançam álbum a tanto tempo", apoiando substitutos como Exodus ou Testament no lugar da banda de Scott Ian. O negócio é: o Anthrax foi uma das pioneiras, e apresentou um estilo diferente de thrash, de certa forma mais acessível, mas sem deixar a agressividade de lado.
Não vou contar o Fistful Of Metal (1984), primeiro álbum que tinha Neil Turbin nos vocais. Apesar de gostar muito desse álbum, que possui clássicos como Metal Thrashing Mad e Panic, ele não é marcante como os próximos álbuns seriam. A era Bush é um tanto quanto estranha, porque os riffs afiados de Scott Ian continuavam lá (Fueled, Who Doesn´t Die, Riding Shotgun), os solos nem tanto, mas os vocais de John Bush são simplesmente estranhos, muito retos e sem versatilidade vocal. Nisso entra minha era favorita do Anthrax: a era Belladonna. O vocalista é simplesmente o cara foda: timbre massa, técnica vocal boa, versatilidade... só o Spreading the Disease (1985) já mostrava o quanto Belladonna era foda e uma boa adição à banda.
Mas o meu álbum favoritão da era Belladonna e do Anthrax ao todo é o sucessor de Spreading the Disease: Among the Living (1987). Esse álbum é uma desgraça. Riffs incríveis (I Am the Law, Caught in a Mosh, bateria desgraçadamente inspirada (Indians), solos legais de se ouvir (N.F.L, I Am the Law) e linhas de baixo cortantes demais (Caught in a Mosh). Além disso, as letras são muito boas e eficientes, pois não são complexas, são fáceis de entender e passam uma boa mensagem (quando esse é o proposito).
Apesar da discografia da banda não ter nenhum trabalho propriamente ruim (apenas alguns álbuns que não me agradam de certa forma), o Anthrax foi definhando ao longo dos anos 90 com álbuns cada vez mais mornos, só se recuperando com o lançamento do último álbum (até agora pelo menos) We´ve Come For You All (2003).
Enfim, desejo muita sorte ao Anthrax nessa "volta à ativa", de preferência ao lado de Belladonna, que é, na minha opinião, o membro mais simbólico da banda, ao lado do doido Scott Ian. E aproveitem um dos clássicos do thrash, na minha opinião e na opinião de muuuuuuitas pessoas: Among the Living.
LINKZÃO DO MAL: http://www.4shared.com/file/DkwAmWla/Anthrax_-_Among_The_Living_198.htm
Tracklist
1- Among the Living
2- Caught in a Mosh
3- I Am the Law
4- Efilnikufesin (NFL)
5- A Skeleton in the Closet
6- Indians
7- One World
8- Horror of it All
9- Imitation of Life
Várias pessoas não concordaram com a presença do Anthrax nos show dos Big Four, usando justificativas como "a banda não tem nem vocalista direito", "não lançam álbum a tanto tempo", apoiando substitutos como Exodus ou Testament no lugar da banda de Scott Ian. O negócio é: o Anthrax foi uma das pioneiras, e apresentou um estilo diferente de thrash, de certa forma mais acessível, mas sem deixar a agressividade de lado.
Não vou contar o Fistful Of Metal (1984), primeiro álbum que tinha Neil Turbin nos vocais. Apesar de gostar muito desse álbum, que possui clássicos como Metal Thrashing Mad e Panic, ele não é marcante como os próximos álbuns seriam. A era Bush é um tanto quanto estranha, porque os riffs afiados de Scott Ian continuavam lá (Fueled, Who Doesn´t Die, Riding Shotgun), os solos nem tanto, mas os vocais de John Bush são simplesmente estranhos, muito retos e sem versatilidade vocal. Nisso entra minha era favorita do Anthrax: a era Belladonna. O vocalista é simplesmente o cara foda: timbre massa, técnica vocal boa, versatilidade... só o Spreading the Disease (1985) já mostrava o quanto Belladonna era foda e uma boa adição à banda.
Mas o meu álbum favoritão da era Belladonna e do Anthrax ao todo é o sucessor de Spreading the Disease: Among the Living (1987). Esse álbum é uma desgraça. Riffs incríveis (I Am the Law, Caught in a Mosh, bateria desgraçadamente inspirada (Indians), solos legais de se ouvir (N.F.L, I Am the Law) e linhas de baixo cortantes demais (Caught in a Mosh). Além disso, as letras são muito boas e eficientes, pois não são complexas, são fáceis de entender e passam uma boa mensagem (quando esse é o proposito).
Apesar da discografia da banda não ter nenhum trabalho propriamente ruim (apenas alguns álbuns que não me agradam de certa forma), o Anthrax foi definhando ao longo dos anos 90 com álbuns cada vez mais mornos, só se recuperando com o lançamento do último álbum (até agora pelo menos) We´ve Come For You All (2003).
Enfim, desejo muita sorte ao Anthrax nessa "volta à ativa", de preferência ao lado de Belladonna, que é, na minha opinião, o membro mais simbólico da banda, ao lado do doido Scott Ian. E aproveitem um dos clássicos do thrash, na minha opinião e na opinião de muuuuuuitas pessoas: Among the Living.
LINKZÃO DO MAL: http://www.4shared.com/file/DkwAmWla/Anthrax_-_Among_The_Living_198.htm
Tracklist
1- Among the Living
2- Caught in a Mosh
3- I Am the Law
4- Efilnikufesin (NFL)
5- A Skeleton in the Closet
6- Indians
7- One World
8- Horror of it All
9- Imitation of Life
domingo, 22 de agosto de 2010
Ebaaaaa! ano eleitoral manolos!
Como primeiro post sério do meu blog, vou falar sobre algo que geralmente me enoja: política. Mas calma aí, não a política em si, mas as discussões políticas.
Nunca fui um ser extremamente engajado na política, mas não deixo de analisar o que é melhor pro país, pois, acima de tudo, me preocupo com aspectos sociais presentes na minha vida, como saúde, segurança, entre outras coisas talvez por isso eu tenha uma certa aversão a pessoas que desgostam de política, mas esse não é o assunto que quero tratar (talvez fale algo sobre em outro post).
Bom, ano eleitoral. Enquanto vemos a "cena política" se tornando uma piada aos poucos (Vote Tiririca, pior do que está não fica, entre outras anedotas), no outro lado estão os "psdbistas" distribuindo bordoadas contra os petistas, que respondem da mesma forma. Enquanto uns falam que o Serra é uma das maiores maravilhas a pisar na terra e que revolucionará o suposto "lixo" que o país está após o governo Lula, os defensores do não-mais-analfabeto dizem que o governo foi mais que perfeito, que não pecou em nenhum aspecto.
O que eu quero dizer é.... VAI TOMAR NO CU! como disse anteriormente, não sou partidário fanático, simplesmente analiso o governo da forma como ele foi, não criando motivos pra não gostar ou gostar de tal administração. Tempos atrás, na época das propagandas eleitorais antes do Lula ser eleito, ele simplesmente fez o que todo político faz até hoje: promessas, promessas, promessas. E assim como todo político, ele não cumpriu tudo o que prometeu, mas ele fez um bem incrível pro país (algo que serristas, psdbistas e opositores não querem admitir). O fato é que o Brasil cresceu demais durante a administração Lula.
Provas que o governo Lula foi bom?
* a crise econômica que asolou o mundo. SE o país sofreu com isso, foi só no fim da crise.
* o país pagou juros da dívida externa.
* o Brasil ganhou muito prestígio internacionalmente, o que pode gerar bons frutos no futuro.
* ajudou as classes menos favorecidas economicamente.
Essa última afirmação é algo que causa certa polêmica. Afinal, todos costumam dizer que as bolsas-escola, bolsa-familia e todos os outros programas implementados podem se resumir a "bolsa-esmola". Esse povo que fala dessa forma me enoja, porque eles não precisam disso, vivem em suas casinhas quentinhas, comendo do melhor, com os melhores carros, dando rolê com o namorado no centro em busca de uma bolsa ou celular melhor. Por isso mais uma vez digo: VAI TOMAR NO CU!!!(de novo). eu sei que de certa forma, é uma maneira de tapar o sol com peneira, mas ajuda as classes menos favorecidas acima de tudo, tentando democratizar o bem estar no brasil.
Analisando meu discurso até agora, posso parecer um petista que se diz neutro. Mas assim como indico os pontos bons, é necessário indicar os ruins.
* apesar dos programas implementados, há muitos problemas na educação, saúde e renda.
* ao final do governo, Lula deixará uma herança fiscal (elevação dos gastos obrigatórios com servidores públicos e aposentadorias).
* apóia regimes autoritários, e considera regimes como a da Venezuela como democráticos. O que sinceramente é uma demência.
O que resta ser feito é simples: pesquise e estude os planos de governo de cada um dos indicados à presidência. Analise tanto os pontos positivos quanto os negativos, e como eu disse, sem criar motivos para não gostar ou gostar de certos candidatos. Esqueça o partidarismo fanático e use o bom senso. Envolva seus amigos no cenário político. Instigue-os a pensar, refletir e reconhecer o quão importante é votar. Que escolher prefeito, senadores, governadores e presidentes deve ser feito com muito cuidado.
Valeu...
Nunca fui um ser extremamente engajado na política, mas não deixo de analisar o que é melhor pro país, pois, acima de tudo, me preocupo com aspectos sociais presentes na minha vida, como saúde, segurança, entre outras coisas talvez por isso eu tenha uma certa aversão a pessoas que desgostam de política, mas esse não é o assunto que quero tratar (talvez fale algo sobre em outro post).
Bom, ano eleitoral. Enquanto vemos a "cena política" se tornando uma piada aos poucos (Vote Tiririca, pior do que está não fica, entre outras anedotas), no outro lado estão os "psdbistas" distribuindo bordoadas contra os petistas, que respondem da mesma forma. Enquanto uns falam que o Serra é uma das maiores maravilhas a pisar na terra e que revolucionará o suposto "lixo" que o país está após o governo Lula, os defensores do não-mais-analfabeto dizem que o governo foi mais que perfeito, que não pecou em nenhum aspecto.
O que eu quero dizer é.... VAI TOMAR NO CU! como disse anteriormente, não sou partidário fanático, simplesmente analiso o governo da forma como ele foi, não criando motivos pra não gostar ou gostar de tal administração. Tempos atrás, na época das propagandas eleitorais antes do Lula ser eleito, ele simplesmente fez o que todo político faz até hoje: promessas, promessas, promessas. E assim como todo político, ele não cumpriu tudo o que prometeu, mas ele fez um bem incrível pro país (algo que serristas, psdbistas e opositores não querem admitir). O fato é que o Brasil cresceu demais durante a administração Lula.
Provas que o governo Lula foi bom?
* a crise econômica que asolou o mundo. SE o país sofreu com isso, foi só no fim da crise.
* o país pagou juros da dívida externa.
* o Brasil ganhou muito prestígio internacionalmente, o que pode gerar bons frutos no futuro.
* ajudou as classes menos favorecidas economicamente.
Essa última afirmação é algo que causa certa polêmica. Afinal, todos costumam dizer que as bolsas-escola, bolsa-familia e todos os outros programas implementados podem se resumir a "bolsa-esmola". Esse povo que fala dessa forma me enoja, porque eles não precisam disso, vivem em suas casinhas quentinhas, comendo do melhor, com os melhores carros, dando rolê com o namorado no centro em busca de uma bolsa ou celular melhor. Por isso mais uma vez digo: VAI TOMAR NO CU!!!(de novo). eu sei que de certa forma, é uma maneira de tapar o sol com peneira, mas ajuda as classes menos favorecidas acima de tudo, tentando democratizar o bem estar no brasil.
Analisando meu discurso até agora, posso parecer um petista que se diz neutro. Mas assim como indico os pontos bons, é necessário indicar os ruins.
* apesar dos programas implementados, há muitos problemas na educação, saúde e renda.
* ao final do governo, Lula deixará uma herança fiscal (elevação dos gastos obrigatórios com servidores públicos e aposentadorias).
* apóia regimes autoritários, e considera regimes como a da Venezuela como democráticos. O que sinceramente é uma demência.
O que resta ser feito é simples: pesquise e estude os planos de governo de cada um dos indicados à presidência. Analise tanto os pontos positivos quanto os negativos, e como eu disse, sem criar motivos para não gostar ou gostar de certos candidatos. Esqueça o partidarismo fanático e use o bom senso. Envolva seus amigos no cenário político. Instigue-os a pensar, refletir e reconhecer o quão importante é votar. Que escolher prefeito, senadores, governadores e presidentes deve ser feito com muito cuidado.
Valeu...
Ebaaaaaaa!! ninguém se importa mas agora tenho um blogueeeeeee!
Pois é, gurizada que chegar a ver isto. Eu, Edwin..... tenho um blog agora...
Então estarei divagando sobre vários assuntos, úteis ou não, e disponibilizando links também, porque provavelmente falarei muito sobre música e bandas que ouço. Mas não se preocupe, falarei sobre outras coisas, afinal, música não é tudo (infelizmente). Então assuntos como esportes, política, religião, e tudo mais que afeta a sociedade e o meu dia será comentado...
Valeu.... e tomara que isso tenha algum futuro....
Então estarei divagando sobre vários assuntos, úteis ou não, e disponibilizando links também, porque provavelmente falarei muito sobre música e bandas que ouço. Mas não se preocupe, falarei sobre outras coisas, afinal, música não é tudo (infelizmente). Então assuntos como esportes, política, religião, e tudo mais que afeta a sociedade e o meu dia será comentado...
Valeu.... e tomara que isso tenha algum futuro....
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